quinta-feira, 2 de julho de 2015

10º Concurso de Video Amador

Você gosta de filmar? Acesse o regulamento http://www.abes-sp.org.br/arquivos/regulamento_video2015.pdf e saiba como participar do 10º Concurso de Vídeo Amador do DIADESOL


6º Concurso de Desenho Infantil

O DIADESOL ( Dia Interamericano de Limpeza e Cidadania) convida a todos para participar do 6° Concurso de desenho Infantil, com o tema "Como você vê o lixo no seu bairro?". Acesse o regulamento em http://www.abes-sp.org.br/arqui…/regulamento_desenho2015.pdf


quinta-feira, 25 de junho de 2015

ABES-SP realiza abertura da 10ª edição do DIADESOL e lança Cartilha da Política Nacional de Resíduos Sólidos voltada para Crianças

Câmara Técnica de Resíduos Sólidos da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Paulo (ABES-SP) realizou, nesta quarta-feira, dia 24, a abertura do DIADESOL-2015.
Dia Interamericano de Limpeza e Cidadania, também conhecido como DIADESOL das Américas (da expressão de origem espanhola Dia de los Desechos Sólidos) foi idealizado com objetivo de desenvolver atividades que despertem a consciência das populações sobre as questões relativas aos resíduos sólidos. Esta é a décima edição da campanha.
Na ocasião também foi lançada a Cartilha da Política Nacional de Resíduos Sólidos para Crianças, desenvolvida pela ABES-SP, com patrocínio do Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de SP (SELUR), que tem como objetivo esclarecer informações acerca da Política Nacional de Resíduos Sólidos de forma didática. A Cartilha já está disponível para download no site da ABES-SP (Clique aqui e acesse).
A coordenadora da Câmara Técnica de Resíduos Sólidos da ABES-SP, Roseane Garcia, iniciou a solenidade explicando quais são os novos objetivos desta edição do programa. “São 10 anos de DIADESOL e nós já temos todo um histórico, durante esta nossa longa jornada. Mas nessa edição nossa intenção é inovar. Queremos sair da questão do DIADESOL clássico, com aqueles objetivos tradicionais que nós já conseguimos conquistar. Começamos hoje com o Programa Resíduos e Cidadania, que utiliza a Cartilha da Política Nacional de Resíduos Sólidos para Crianças, que nós produzimos, como um meio de fazer com que o DIADESOL chegue efetivamente às escolas. Desta vez nós queremos difundir todo o saber e o conhecimento técnico da ABES em um âmbito maior, fazendo com que a informação chegue para um número maior de pessoas”.
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Roseane Garcia, coordenadora da Câmara Técnica de Resíduos Sólidos da ABES-SP, inicia a apresentação
A engenheira também explicou que este ano o DIADESOL será aberto à participação voluntária e ressaltou a necessidade de ampliar e sistematizar o voluntariado dentro do programa. “Nós precisamos dessa responsabilidade em ter o trabalho voluntário. Pouco ou muito, o Brasil precisa que nós dediquemos ao menos um percentual do dia a dia para este tipo de iniciativa.”
Estiveram presentes no evento alguns dos representantes dos apoiadores do DIADESOL, entre eles, Ana Marina Martins de Lima, do Blog Ambiente do Meio; Célia G. Castelló, da Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental (AIDIS); Ana Lúcia Montoro e Odair Luiz Segantini, da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE); Elisangela Cavalcante, da Associação Paulista Viva; Irady Montenegro, do Condomínio Conjunto Nacional; Delaine Romano, do Fórum Lixo e Cidadania do Estado de São Paulo; Antonio S. Garcia, da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP); e Milker Julio Schaefer e Ana Paula Caodaglio, do SELUR.
Ana Paula Caodaglio falou sobre a satisfação do sindicato com esta realização. “Nós do SELUR estamos muito felizes, tanto com o resultado inicial, que é a produção da cartilha, como com o início dessa nova ação, que é entrar nas escolas e conseguir formar as nossas crianças com a cultura de resíduos sólidos, como cuidar e como tratar. A gente sabe que esse é um processo difícil, mas é pelas crianças que a gente tem que começar”, afirmou.
Importantes profissionais do setor também marcaram presença, como Karen Soraia Meca, da Saneproj; Daniela Augusta Watanabe Vaz Kuhn, presidente da ONG Ecos da Natureza; Jeovanildo Farias e Paulo Pieve, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ); Angela Samira Martins, da Associação Reciclázaro; Maria Vitória Garcia Molina, do Departamento de Água e Esgoto de São Caetano do Sul; Teresa Villac, da Advocacia-Geral da União (AGU); e José Antonio Bacchim, presidente da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (AMLURB), que parabenizou a associação pela realização. “Eu acho que o caminho é esse, seja em que área for, nós precisamos focar nas crianças. Eu também sou professor e valorizo muito o trabalho realizado com as crianças, porque aqueles que têm esse ensinamento desde pequenos, além de crescerem com um nosso pensamento, uma nova cultura, também são capazes de modificar os hábitos do pai, da mãe, dos adultos.”
A abertura do 10º DIADESOL ainda contou com uma palestra Superintendente do SEMASA – Santo André e Conselheiro da ABES-SP, o engenheiro Sebastião Ney Vaz Junior, que falou sobre ‘O Município e sua atribuição na PNRS, o que devemos fazer’. Clique aqui e saiba mais sobre a palestra
O evento também marcou a abertura das inscrições para os concursos de Desenho Infantil e Vídeo Amador 2015. O concurso de desenhos está aberto para crianças na faixa etária de 7 a 12 anos, matriculadas em escolas públicas e privadas. No caso dos vídeos, para todos que queiram participar com uma produção audiovisual amadora.
As crianças podem enviar seus desenhos diretamente à ABES ou através da escola, que enviará todos os desenhos dos alunos que quiserem participar, mas cada aluno deverá ter seu próprio desenho. O objetivo é que os professores incentivem os estudantes a refletir sobre o assunto. O desenho deve abordar o tema “Como você vê o Lixo do seu bairro?”, e a comissão julgadora avaliará os trabalhos e elegerá os finalistas, conforme os critérios de criatividade, originalidade, temática e mensagem. O vídeo deve ser acerca da temática de “resíduos sólidos” e os tópicos avaliados serão: criatividade, originalidade, fotografia, trilha sonora, mensagem, roteiro, edição de imagem, efeitos visuais e relevância da informação.
Não é necessário se inscrever previamente. Os interessados devem enviar o desenho ou vídeo até dia 29 de setembro, pelo Correio, ou entregar pessoalmente para a sede da ABES-SP, na Rua Eugênio de Medeiros, 242, 6º andar, CEP: 05425-900 – Pinheiros – São Paulo/SP, com identificação no envelope: CONCURSO DESENHO INFANTIL - DIADESOL 2014 ou CONCURSO VÍDEO AMADOR - DIADESOL 2015 (os vídeos deverão ser entregues em formato padrão DVD-R ou vídeo-CD).
A primeira fase de votação será realizada entre os dias 30 e setembro e 02 de outubro, por uma comissão julgadora composta por profissionais de diversos segmentos, designados pela Câmara Técnica de Resíduos Sólidos da ABES-SP. Na segunda, os desenhos e vídeos selecionados irão para o site da ABES-SP, e estarão disponíveis para votação do público, no período de 14 a 28 de outubro.
O resultado será divulgado no dia 07 de novembro, durante o evento de encerramento da campanha. O regulamento completo dos concursos está disponível no link: http://www.abes-sp.org.br/diadesol
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Participantes da abertura do 10º DIADESOL

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Encerramento do Seminário Regional de Saneamento Rural reúne principais especialista do setor

O segundo e último dia do Seminário Regional de Saneamento Rural (terça, dia 23), promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental –Seção São Paulo (ABES-SP), por meio de sua Câmara Técnica de Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas, em parceria com a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), Comitês PCJ, Agência das Bacias PCJ e ABES-SP – Subseção Campinas, contou com diversos especialistas na discussão sobre modelos de gestão em saneamento rural, resultados, arranjos institucionais, fontes de recursos e sustentabilidade ambiental.
A coordenadora da Câmara Temática de Saneamento Rural da ABES (CT Rural), Mônica Bicalho Pinto Rodrigues, deu início ao Painel Modelos de Gestão em Saneamento Rural, com a palestra ‘Saneamento Rural: Mitos, Problemas, Desafios e Oportunidades’. Segundo Mônica Bicalho, este tipo de realização é de grande importância para o setor. “Quando fomos convidados para participar deste evento, nós vimos a importância de que isso acontecesse, pelo fato de ser a primeira vez que se faz um seminário regional aqui em São Paulo, em conjunto com os Comitês de Bacias do PCJ, que é justamente onde concentra o Cantareira, que hoje está sofrendo esse colapso, que é de conhecimento geral”.
O engenheiro Helder dos Santos Cortez, Gerente de Saneamento Rural daCompanhia de Água e Esgoto do Ceará (CAGECE) e membro da CT Rural, apresentou o “Modelo de Gestão Sisar”. Helder dos Santos destacou que uma gestão eficaz é essencial neste meio. “Esse seminário é importante para todo o Brasil, porque o saneamento rural é um pouco esquecido e tem poucas ações concretas acontecendo no país. A maioria dos estados não têm estrutura municipal para a área. Nós fomos convidados para mostrar nossa experiência no Ceará, que pode não ser replicada aqui em São Paulo, mas ela orienta, motiva, para que todos desenvolvam seu próprio modelo de gestão, porque dinheiro para que se construir um sistema eficiente tem, a grande dificuldade é que com o tempo eles se deterioraram, por causa da falta de manutenção”. O especialista também abriu o Painel Estruturação de Gestão Sustentável para Comunidades Rurais Isoladas: Participação das instituições responsáveis e da população envolvida, com a palestra ‘Participação Comunitária no Modelo de Gestão Sisar/Centrais’.
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O Engenheiro Helder dos Santos Cortez abriu o 'Painel Estruturação de Gestão Sustentável para Comunidades Rurais Isoladas: Participação das instituições responsáveis e da população envolvida
Os engenheiros Alonso Reis da Silva e Maurílio Lázaro Moreira Júnior, da COPANOR - Serviços de Saneamento Integrado do Norte e Nordeste de Minas Gerais, também marcaram presença no evento, ministrando a palestra “COPANOR: Modelo de Saneamento no Semiárido de Minas Gerais”. Maurílio Moreira destacou que as especificidades de cada região são muito relevantes quando se trata de saneamento rural. “É de extrema importância a gente estar debatendo e apresentando os modelos de gestão para as localidades rurais ou localidades isoladas muito por conta da diversidade de cada município. Cada estado tem sua particularidade e vão ser usados modelos diferentes, com um ou maior grau de complexidade, que basicamente vão sair desses seminários”.
Falando sobre as “Experiências do Saneamento Rural no Espírito Santo – Programa PRÓ-RURAL/CESAN”, a engenheira Marcia Azevedo, da Companhia Espírito Santense de Saneamento (CESAN), explicou que, para que o sistema de saneamento rural funcione, é necessário que as empresas realizem um trabalho integrado, principalmente em relação aos recursos fornecidos. “Nós temos muitas dificuldades de se implantar um sistema sustentável. O saneamento rural é uma porta que abre um caminho para que uma comunidade veja o poder que ela tem de trazer muitos benefícios. Só que isso tudo precisa de integração entre as instituições, o abraço do Governo do Estado, das companhias de saneamento. E muitos recursos. Este sistema não tem retorno financeiro para lhe dar sustentabilidade, por isso é necessário termos as parcerias, que venham recursos de fora”.
Coube ao representante da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, José Carlos Rossetti,, abordar as “Ações de Saneamento Rural da CATI”. O engenheiro Américo Sampaio, da Coordenadoria de Saneamento da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos, encerrou o primeiro painel do dia com a palestra “Programa de Saneamento para Comunidades Isoladas no Estado de São Paulo”. Américo destacou a importância dessa troca de experiências entre os estados. “Essa questão do saneamento rural, principalmente em São Paulo, ela é fundamental. A gente conhecer mais ou menos a experiência que está ocorrendo no Ceará, em Minas Gerais, em outros estados que já estão muito à frente da gente, em termos de gestão, é muito importante, inclusive nesse momento em que nós estamos reestruturando nosso Programa de Saneamento Rural”.
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Palestrantes do Painel Modelos de Gestão em Saneamento Rural, do Seminário Regional de Saneamento Rural, se reiunem para debater os assuntos abordados
Na sessão de estudos de caso, Adriano Tonetti, Professor Doutor da Faculdade de Engenharia Civil Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, e Abelardo Gonçalves, presidente da APAER - Associação Paulista de Extensão Rural - Núcleo DEXTRU da CATI, apresentaram projetos de suas respectivas instituições. O seminário terminou com a elaboração de um documento com recomendações e estratégias para o Saneamento Rural no Estado de São Paulo.
A engenheira Ana Lúcia Brasil, coordenadora da Câmara Técnica de Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas, fez um balanço positivo do evento: “A engenheira Ana Lúcia Brasil, coordenadora da Câmara Técnica de Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas, fez um balanço positivo do evento. “Eu acho que o seminário cumpriu inteiramente os objetivos propostos. Nós ficamos conhecendo uma série de trabalhos que nem sabíamos que estavam neste nível, como no caso da Unicamp e da própria CATI, e fora as outras apresentações, as do pessoal do Sisar e da COPANOR. Eu acho que foi ótimo, e deu um novo ânimo para que nós continuemos nesta estrada, reunindo esforços, para ver o quanto nós conseguimos avançar e fazer mais coisas aqui pela região”.
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Ana Lúcia Brasil, coordenadora da Câmara Técnica de Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas encerra o Seminário Regional de Saneamento Rural, em Campinas.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Presidente da ABES-SP abre o Seminário Regional de Saneamento Rural, realizado em Campinas

A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental –Seção São Paulo (ABES-SP), por meio de sua Câmara Técnica de Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas, em parceria com a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), Comitês PCJ, Agência das Bacias PCJ e ABES-SP – Subseção Campinas, está promovendo, nesta segunda e terça-feira (22 e 23 de junho), o Seminário Regional de Saneamento Rural. O encontro, realizado no Auditório CATI, em Campinas, visa conhecer e discutir modelos de gestão em saneamento rural, resultados, arranjos institucionais, fontes de recursos e sustentabilidade ambiental.
A abertura do evento foi realizada na tarde desta segunda-feira, dia 22, e contou a presença dos representantes das instituições organizadoras, entre eles o engenheiro Alceu Guérios Bittencourt, presidente da ABES-SP. Na ocasião, Alceu Bittencourt destacou o trabalho da ABES-SP e de seu caráter multiprofissional. “A ABES é uma entidade que está completando 50 anos no próximo ano. É a mais antiga entidade de profissionais que atuam no setor de saneamento e meio ambiente no país e é uma entidade aberta a profissionais de todas as formações universitárias e técnicas e procura atuar buscando parcerias com diversas instituições. Tem uma estrutura que comporta subseções e câmaras técnicas. Nós temos essa Câmara Técnica de Saneamento Rural atendendo comunidades isoladas que vem promovendo um bom trabalho há muitos anos na discussão dessas questões e procurando articular essa parceria com os comitês de bacias, as universidades, prefeituras e entidades como a ASSEMAE, a Sabesp e a Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos”.
O engenheiro também ressaltou a importância do trabalho integrado para conquistar a universalização do saneamento. “O que nós buscamos é contribuir para que se articulem esforços numa questão que não é institucionalizada como a questão do saneamento rural. Nós temos condições de começar a falar em universalização de atendimento sanitário no Estado de SP. Nós devemos reconhecer que temos um caminho muito longo na questão do saneamento rural e conseguimos ter uma atuação sistemática, uma organização de soluções de tecnologia e gestão. É fundamental que haja um mínimo de assistência técnica no que se vai implantar. Esperamos que esse seminário contribua para essa articulação, para essa discussão de soluções de capacitação técnica, de busca de adequação institucional e formas de financiamento”, afirmou.
Além de Alceu Bittencourt, Américo Sampaio, coordenador da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo (SSRH); José Carlos Rossetti, coordenador da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), e representante da Secretaria Agricultura; Sérgio Razera, presidente da Agência PCJ; João Primo Baraldi, membro da Câmara Temática de Saneamento Rural da ABES e dos Comitês de Bacias do PCJ; o Professor Adriano Tonnetti, coordenador da Faculdade de Engenharia Civil Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Unicamp; e Claudemir Oliveira, Diretor de Projetos da Fundação Instituto de Terras do Saneamento Integrado do Norte e Nordeste de Minas Gerais (ITESP), também participaram da solenidade da abertura.
Para Ana Lúcia Brasil, coordenadora da Câmara Técnica de Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas, esse tipo de evento, relacionado ao tema saneamento e realizado no interior do Estado, é muito importante, pois promove a discussão em nível regional. “Nós temos hoje muita gente - inclusive os prefeitos, os técnicos, o pessoal da universidade e do Ministério Público-, que está junta aqui exatamente para discutir soluções para as áreas rurais.Para o meio urbano a gente já tem a solução, mas com o rural, ainda não se sabe o que fazer, não se sabe quem vai tomar conta. Você não pode deixar sempre a critério do usuário, para que ele tome conta de tudo sozinho, é impossível. Então nós temos que buscar soluções para eles.”
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Esta segunda-feira, primeiro dia do encontro, teve participação de Juliana Garrido, do Banco Mundial/BIRD, que integrou o ‘Painel Saneamento Rural no Brasil’, com a palestra ‘Estudos dos Modelos de Gestão em Saneamento Rural no Brasil’, seguida por apresentações de Dayany Schoecher Salati, da Fundação Nacional da Saúde (FUNASA), que falou sobre ‘O Programa Nacional de Saneamento rural no Brasil e a atuação do programa SUSTENTAR, uma nova estratégia para a Sustentabilidade’; e Carla Veiga, da Agência Nacional de Águas (ANA), que ministrou a palestra ‘ANA e o Uso das Águas Residuárias na Agricultura’.
O seminário também contou com a participação de Nelson Barbosa, membro do Comitê PCJ e da Câmara Temática de Saneamento Rural da ABES, que falou sobre ‘Ações de Saneamento Rural dos Comitês das Bacias Hidrográficas dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (conservação de nascentes, reflorestamento, reúso de água e saneamento básico)’; e do Dr. Rodrigo Sanches Garcia do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), que encerrou as apresentações do dia com a palestra ‘Saneamento Rural e a Atuação do Ministério Público’.
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Nesta terça-feira, dia 23, teremos o segundo dia do Seminário Regional de Saneamento Rural, tendo, entre os palestrantes, Mônica Bicalho PintoRodrigues, coordenadora da Câmara Temática de Saneamento Rural da ABES, em âmbito nacional. 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Jornada Interdisciplinar de Ciências Ambientais: Conflitos de Terras

Participe da Jornada Interdisciplinar de Ciências Ambientais: Conflitos de Terras!

Inscrições através do e-mail: inscricaojornadacientifica@gmail.com


terça-feira, 16 de junho de 2015